[Rondon, em 1949,] ponderava que tôda cultura, quaisquer que sejam os seus valores básicos, constitui uma forma legítima de se realizar e exprimir a natureza humana e que, ao contrário do que antes admitira, o abandôno de uma cultura tribal e a passagem para o estado de civilização, em vez de constituir um "progresso", representa uma forma de depauperamento, o sacrifício de um modo mais genuíno de ser homem.

(Egon Schaden, O problema indígena, 1960)

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