Aryon Rodrigues e a farofa de banana
Taquiprati (coluna de crônicas de José Ribamar Bessa Freire no Diário do Amazonas, 4/maio/2014). "A última vez que vi Aryon Rodrigues foi em 2 de maio de 2013 numa sala da Universidade de Brasília (UnB), quando não sei por que cargas d'água lembramos de uma farofa de banana compartilhada havia muitos anos. […]"

http://www.taquiprati.com.br/cronica.php?ident=1085


"Ao longo de mais de setenta anos de vida academicamente produtiva, Aryon realizou estudos comparativos de línguas indígenas, identificou documentação histórica nos arquivos e formulou hipóteses consistentes do relacionamento genético, envolvendo os troncos Tupi, Macro-Jê e Karib. Costumava recusar o termo "moribundas" para designar o estado das quase 200 línguas indígenas faladas atualmente no Brasil, porque isso seria admitir que estão morrendo. Preferia chamá-las de "anêmicas", que podem ser revitalizadas com sangue novo."
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