| Nome preferencial: | Pykobjê-Gavião |
| Explicação: | O nome Pykobjê-Gavião ficou cristalizado com os trabalhos de Sá (1999) e Amado (2004), por isso tem sido a forma escolhida, no meio acadêmico, para designar o povo e a língua auto-intitulado como Pyhcopji. No entanto, entre si os Pykobjê tendem a se chamar por mehẽh, que significa "índio, minha gente", em contraposição a cupẽh, que significa "não-índio". |
| Auto-denominação: | Pyhcopji (em escrita missionária, a adotada nas escolas das aldeias) |
| Nomes e grafias alternativos: | Encontramos, na literatura, o mesmo grupo sendo designado como "Pukobie", na dissertação de Barata (1981). Segue abaixo a referência: BARATA, M. H. Os Pukobie e os kupen: análise de um drama. (Dissertação de Mestrado em Antropologia). UnB, 1981. |
| Filiação genética: | Tronco Macro-Jê, Família Jê, Complexo Timbira |
| População: | Cerca de 600 índios, segundo último levantamento da Funai |
| Falantes: | Cerca de 600 indivíduos (2010) |
| Situação sociolingüística: | O Pykobjê-Gavião é a língua materna e de comunicação interpessoal entre todos os nativos Pykobjê. Apesar disso, o contato com o Português é frequente, dada a proximidade das aldeias com a pequena cidade de Amarante e a convivência com aparelhos midiáticos, como rádio e TV. |
| Localização: | América Latina; Brasil; Sul do estado do Maranhão; Micro-região de Imperatriz |
| Fonte(s) de informação: | Talita Rodrigues da Silva (agosto, 2010) |
| Código ISO 639-3: | inexistente |
| Pesquisadores em nosso cadastro que estudam esta língua: |
(Esta página foi editada pela última vez em 06 Sep 2010 09:38.)




