Kaingáng Paulista
Nome preferencial: Kaingáng Paulista
Explicação: Refere-se ao dialeto Kaingáng do interior paulista.
Auto-denominação: Kaingág /kaɲˈŋɘŋ/
Nomes e grafias alternativos: Kaingang Paulista, Kaingang de São Paulo, Kaingáng de São Paulo, Kaingang do Oeste Paulista, Kaingang de Icatu, Kaingang de Vanuíre.
Filiação genética: ramo meridional da família Jê, tronco Macro-Jê
População: População total: 105 (D'Angelis & Veiga 2006). Aproximadamente 30 famílias em Icatu, formadas pela união interétnica entre Kaingang e Terena (Silva 2010).
Falantes: 10, incluindo lembrantes (D'Angelis 2008). 4 mulheres (+ 55 anos) e 2 homens (+ 65 anos) na TI Vanuíre (D'Angelis 2010). 2 mulheres (+ 60 anos) na TI Icatu (Silva 2010)
Situação sociolingüística: Moribunda. As duas falantes da TI Icatu utilizam a língua cotidianamente (D'Angelis 2010). Nesta aldeia, segundo Maria Sueli Ribeiro da Silva, há atualmente iniciativas de revitalização cultural e linguística, sobretudo com o apoio da Escola Indígena Índia Maria Rosa, localizada em Icatu, em que as crianças são alfabetizadas em língua portuguesa e também aprendem a língua de sua etnia.
Localização: TIs Icatu e Vanuíre, Oeste do Estado de São Paulo (Brasil)
Fonte(s) de informação: D'Angelis, Wilmar da Rocha & Juracilda Veiga. Portal Kaingang (consultado em maio de 2006)
Maria Sueli Ribeiro da Silva (abril/2010)
Wilmar da Rocha D'Angelis (abril/2010)
Código ISO 639-3: zkp
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