Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira, Volume II (Baldus 1968): acréscimos

A transcrição dos 58 verbetes acrescidos ao final do segundo volume da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira foi concluída em janeiro de 2019.

Acréscimos [novas edições, reimpressões, etc. de items incluídos no primeiro volume]


ROQUETTE-PINTO, E. 1884-1954

  • Versão alemã de Etta Becker-Donner apareceu sob o título Rondonia — Eine Reise in das Herzstück Südamerikas, Wien 1954, xi, 312 pp. in-8°, 46 figuras e 3 mapas no texto, 23 figuras em pranchas fora do texto, índice alfabético de nomes e matérias.

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RYDÉN, Stig 1908-1965

  • Versão portuguêsa de Oswaldo de Oliveira Riedel apareceu sob o título «Machados-âncora brasileiros» na Revista do Instituto do Ceará, LXXX, Fortaleza 1966, pp. 67-98, 12 figuras e 1 mapa no texto. Bibliografia.

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SCHADEN, Egon 1913

  • A mitologia heróica de tribos indígenas do Brasil. Ensaio etno-sociológico, Coleção «Vida Brasileira». Rio de Janeiro 1959. 185 pp. in-8°, resumo em inglês. Bibliografia.

O autor declara em nota acrescentada a esta segunda edição de sua importante obra originalmente intitulada «Ensáio etno-sociológico sôbre a mitologia heróica de algumas tribos indígenas do Brasil»: «Salvo insignificantes retoques, reproduz-se aqui o texto original. Não nos pareceu oportuno introduzir nêle alterações substanciais ou até refundi-lo.» (p. 6).

Cf. o comentário de David Maybury-Lewis em Man, LXV, London 1965, p. 131.


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SCHADEN, Egon

  • A origem dos homens, o dilúvio e outros mitos kaingáng. Revista de Antropologia, I, n. 2, São Paulo 1953, pp.139-141.

Reprodução do artigo saído em 1950.


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SCHADEN, Francisco S. G. 1891-1957

  • O mito do Sumé. Reproduzido em Índios, caboclos e colonos, Coleção da Revista de Antropologia, I, São Paulo 1963, pp. 29-34.

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SCHADEN, Francisco S. G.

  • Música e dança entre os índios do Brasil. Reproduzido em Índios, caboclos e colonos, Coleção da Revista de Antropologia, I, São Paulo 1963, pp. 9-13.

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SCHADEN, Francisco S. G.

  • O cacique Doble e sua horda. Reproduzido em lndios, caboclos e colonos, Coleção da Revista de Antropologia, I, São Paulo 1963, pp. 67-75.

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SCHADEN, Francisco S. G.

  • Índios e caboclos. Reproduzido em Índios, caboclos e colonos, Coleção da Revista de Antropologia, I, São Paulo 1963, pp. 7, 15-66.

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SCHMIDEL, Ulrich ca. 1510-ca. 1579

  • Wahrhafftige Historien einer wunderbaren Schiffart. Frühe Reisen und Seefahrten in Originalberichten, I, Graz 1962, xxviii, xi, 103 pp., 15 pranchas e 2 mapas.

Esta reprodução da edição de 1602 tem uma introdução de Hans Plischke.

Cf. o comentário de J. Eric S. Thompson em Man, LXIV, London 1964, p. 26, art. 31.


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SCHMIDT, Max 1874-1950

  • Anotações sôbre as plantas de cultivo e os métodos da agricultura dos indígenas sul-americanos. Boletim Geográfico, ano XX, n. 168, Rio de Janeiro 1962, pp. 258-267.

Versão portuguêsa não isenta de senões do original espanhol publicado na Revista do Museu Paulista, N. S., V, São Paulo 1951.


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SNETHLAGE, E. Heinrich 1897-1939

  • Indianerkulturen aus dem Grenzgebiet Bolivien-Brasilien. Zweite Auflage, neu verfasst von H. Fischer und H. Walter. Institut für den wissenschaftlichen Film, B 457/1936. Göttingen 1956, 21pp., 11 figuras e 1 mapa no texto. Bibliografia.

Esta segunda edição dos comentários a um filme tirado pelo autor entre os Tuparí, Amniapé e outras tribos da bacia do Guaporé é um nôvo trabalho.


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STADEN, Haas

  • Viagem ao Brasil. Coleção de Estudos Brasileiros, série Cruzeiro, X. Salvador-Bahia 1955, 273 e 8 pp. in-8°, 54 figuras e fac-símile do frontispício da edição de 1557 no texto, 1 mapa fora do texto.

A «Nota preliminar» (pp. 5-6) é transcrição da introdução à edição da Academia Brasileira de Letras, de Afrânio Peixoto. As pp. 7-12 contêm o prefácio do tradutor Alberto Lõfgren, datado de 1900.


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STRADELLI, Ermanno 1852-1926

  • Leggenda dell' Jurupary.

Reproduzido em «La leggenda del Jurupary» e outras lendas amazônicas, São Paulo 1964, pp. 13-66 (B. C. 2726).


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STRADELLI, Ermanno

  • Leggenda del Taria.

Reproduzido em «La leggenda del Jurupary» e outras lendas amazônicas, São Paulo 1964, pp. 93-100 (B. C. 2726).


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VÁRIOS AUTORES

  • Handbook of South American Indians. Smithsonian Institution. Bureau of American Ethnology, Bulletin 143. VII: Index, Washington 1959, vi, 286 pp. in-16°.

Êste índice alfabético de matérias, autores, tribos e regiões facilita grandemente o uso dos seis volumes de texto do manual dirigido por Julian H. Steward.


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VÁRIOS AUTORES (Handbook of South American Indians)

  • Alfred Métraux: O índio Guarani. Traduzido e anotado por Dante de Laytano. Revista do Museu Júlio de Castilhos e Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, ano VII, n. 9, Pôrto Alegre 1958, pp. 35-78. Bibliografia.

Versão do capítulo inserto no Handbook of South American Indians, III, Washington 1948, pp. 69-94 (B. C. 1698). O tradutor acrescentou (pp. 65-78) alguns dados acêrca dos Guarani do Rio Grande do Sul, a classificação lingüística dos Tupi-Guarani apresentada por J. Alden Mason no vol. VI do mesmo Handbook, Washington 1950, pp. 237-240, e informes bibliográficos.


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WAGLEY, Charles, 1913-
e GALVÃO, Eduardo 1921-

Em seu «Prefácio à edição em português», Eduardo Galvão observa que esta «não é uma simples tradução.» (p. 9). Isso vemos confirmado confrontando, por exemplo, as pp. 114 e 115 com a p. 109 do original, o que mostra ligeiras modificações. Galvão declara, ainda: «Aproveitamos para incluir nesta versão um apêndice com a descrição sistemática e detalhada dos principais elementos da cultura material tenetehara, que não figura no original em inglês. O objetivo é preencher uma lacuna, pois, exceto por uma descrição muito sucinta de Snethlage, a informação era extremamente deficiente.» (ib.).

As fotografias reproduzidas nas pranchas do original, representando o ambiente geográfico, informantes, casas e roças, cerimónias e aspectos ·de pajelança, foram substituídas por desenhos de peças da coleção tenetehara do Museu Nacional do Rio de Janeiro.


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WIED-NEUWIED, Maximiliano Príncipe de 1782-1867

  • Viagem ao Brasil. 2ª. edição refundida e anotada po Olivério Pinto. Brasiliana, grande formato, I, São Paulo 1958, xix, 536 pp. in-8°, com as vinhetas e estampas do original 2 mapas, 1 retrato do autor e mais 2 pranchas fora do texto, índice alfabético dos nomes zoológicos e botânicos.

No prefácio desta edição, o comentador observa: «…tais e tantas são as alterações agora introduzidas, que êrro não haveria em considerar a presente uma nova versão do texto original, utilizada desta feita não mais a edição alemã in 8vo, mas sim a de grande formato, tida, a justo título, por edição princeps. Essa tarefa, escusa dizer, longe de ser enfadonha, trouxe-nos satisfação tanto maior quanto nos propiciou ensejo para, em mais de um caso, dar a palavra ao próprio autor que, primeiro crítico de sua própria obra, nada menos de trinta anos após ter ela aparecido, dedicara ou opúsculo especial a «Quelques corrections indispensables à la traduction française», só últimamente para nós tornado acessível. Depois daí, puderam também os comentários beneficiar-se das apreciações, reparos e subsídios com que houveram por bem honrar-nos pessoas competentes.» (p. xvii).

Não mencionada no item 1762 da B. C. foi a versão holandesa intitulada Reize naar Brazilië, in de jaren 1815 tot 1817. Groningen 1822/1823.

A respeito das contribuições de Wied ao estudo dos índios do Brasil cf. o ensaio de Herbert Baldus nos Anais da II Reunião Brasileira de Antropologia, Bahia 1957, e sua versão alemã nos Proceedings of the Thirty-second lnternational Congress of Americanists, Copenhagen 1958 (B. C. 1832).


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