Cartões-postais da Expedição Othon H. Leonardos (1937-1938)

Para uma história dos cartões-postais da Expedição Othon H. Leonardos, leia:

1. Indios Orarimugú (Borôro oriental) pescando no rio das Garças, Santa-Rita-do-Araguaia, Mato-Grosso.

2. Casal de índios Orarimugú (Borôro oriental). Tesouro, rio das Garças, Santa-Rita-do-Araguaia, Mato-Grosso.

3. Jovem índia Orarimugú (Borôro oriental). Tesouro, rio das Garças, Santa-Rita-do-Araguaia, Mato-Grosso.

4. Indio Orarimugú (Borôro oriental) preparado para a caça. Aldeia Meruri, entre o rio das Garças e o das Mortes, alto-Araguaia, Mato-Grosso.

5. Indio Orarimugú (Borôro oriental) adornado para festa Meruri, entre os Rios das Garças e o das Mortes alto-Araguaia, Matto Grosso.

6. India Orarimugú (Borôro oriental) com o filho às costas. Missão do Sagrado-Coração, rio Barreiro. Santa-Rita-do-Araguaia, Matto-Grosso.

7. Crianças Orarimugú (Borôro oriental). Missão do Sagrado-Coração, rio Barreiro, alto-Araguaia, Matto-Grosso.

8. Indios Acuen (Cherente). Aldeia Porteira, Tocantínia, norte de Goiás.

9. Indio Acuen. Aldeia Porteira, Tocantínia, norte de Goiás. A tribo dos Acuen compreende os Cherente do Tocantins e os Chavante (Sacrecuá) do rio da Mortes, e se filia ao grande ramo Gé.

10. Jovem india Acuen (Cherente). Aldeia Porteira, Tocantínia, norte de Goiás.

11. India Acuen (Cherente) fazendo cesto (sicnon). Aldeia Porteira, Tocantínia, norte de Goiás.

12. Criança Acuen (Cherente) brincando com uma cotia. Piabanha, rio Tocantins, norte de Goiás.

13. India Acuen (Cherente) semi-civilizada fiando algodão à maneira indígena. Aldeia Velha dos Paneiros, rio do Sono, Pedro-Afonso, Goiás.

14. India Acuen (Cherente) amamentando o filho. Aldeia Velha dos Paneiros, rio do Sono, Pedro-Afonso, norte de Goiás.

15. Uazacé, velho índio Acuen (Cherente). Alto-rio do Sono, Pedro Afonso, norte de Goiás.

16. Uaquedí, pa-hí (chefe) dos índios Craô, da caldeia da Cabeceira-Grossa, limites de Goiás com o Maranhão. Os Craô pertencem ao ramo Gé.

17. Chefe Craò distribuindo presentes às mulheres. Aldeia da Cabeceira-Grossa, limites de Goiás com o Maranhão.

18. India Craô. Aldeia da Cabeceira-Grossa, alto-rio Manuel Alves Grande, limites de Goiás com o Maranhão.

19. India Craô com cesto, a caminho da roça. Aldeia da Cabeceira-Grossa, divisas de Goiás com o Maranhão.

20. Creança Craô com batuque auricular, atirando com arco e flexa. Aldeia da Cabeceira-Grossa, Pedro-Afonso, norte de Goiás.
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21. India Craô amamentando o filho. Aldeia da Cabeceira-Grossa, alto Rio Manuel Alves Grande, norte de Goiás.

22. Profundamente carinhosas, as mãis Craô estão sempre com os filhos ao colo, amamentando-os e fazendo cafuné. Cabeceira-Grossa, alto-rio Manuel Alves Grande, norte de Goiás.

23. Adolescente Craô. Alto rio Manuel Alves Grande, limites de Goiás com o Maranhão.

24. Indio Craô colhendo o leite da tidorna, para fixar sobre a pele a tinta preta da cortiça queimada. Limites de Goiás com o Maranhão.

25. Joven índia Apinagé, com batoques nas orelhas e colar de unhas de caitetú e penas de arara. Aldeia Bacaba, entre Bôa-Vista-do-Tocantins e S. Vicente-do-Araguaia, norte do Araguaia.

26. Mãi Apinagé catando piolho nos cabelos do filho. Aldeia Bacaba, entre Bôa-Vista-do-Tocantins e S. Vicente-do-Araguaia, norte de Goiás.

27. Criança Apinagé tocando chocalho (gotarelé). Aldeia Bacaba, Boa-Vista-do-Tocantins, norte de Goiás. Os Apinagés pertencem ao ramo Gé.

28. Indio Canela tocando busina. Limites de Goiás com o Maranhão. Os Canela falam uma língua muito próxima da dos Craô, do ramo Gé.

29. Indios Crencateré (Caracatí) com batoques auriculares. Aldeia Prumtot, no divisor Tocantins-Pindaré, Imperatriz, Maranhão. Os Crencateré falam um dialecto semelhante ao dos Timbira e Gavião, do grupo Gé.

30. Indias Crencateré (Caracatí). Monte-Alto, Imperatriz, oéste do Maranhão.

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