Projeto Aldevan Baniwa

O Projeto Aldevan Baniwa busca promover conexões entre saberes tradicionais e acadêmicos, fortalecer as línguas indígenas e valorizar a biodiversidade da Amazônia através da publicação e distribuição de livros infantis e técnico-científicos em diversas línguas indígenas e não indígenas.

Liderado pela bióloga Noemia Ishikawa (INPA), o projeto teve início com a publicação do livro Brilhos na Floresta, lançado inicialmente em português, inglês, japonês e Nheengatú. Além da participação de biólogos, antropólogos e linguistas, a equipe inclui uma rede cada vez mais ampla de tradutores indígenas.

O título do projeto homenageia um dos co-autores (e protagonista) do livro, falecido prematuramente em decorrência do coronavírus.

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◀ Como livro infantil, Brilhos na Floresta é uma história divertida e uma excelente introdução ao processo de descoberta científica e à riqueza biológica e cultural da Amazônia. Mas é exemplar também em outro aspecto: nele, um intelectual indígena contribui com a ciência não apenas como informante ou personagem, mas como autor, protagonista, guardião e divulgador da memória cultural de seus ancestrais.

Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira

Conheça o projeto de digitalização e transcrição desta monumental obra de Herbert Baldus e Thekla Hartmann.

Cadastro de pesquisadores

Conheça o trabalho dos pesquisadores que se dedicam aos estudos das línguas e culturas indígenas sul-americanas.

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Cadernos de Etnolingüística

Cadernos de Etnolingüística (ISSN 1946-7095) é um periódico eletrônico destinado a divulgar contribuições originais sobre línguas indígenas sul-americanas.

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Em destaque

Coleção Nicolai

Pesquisador independente, Renato Nicolai é um pioneiro no uso da internet para a divulgação de informações sobre os povos indígenas do Brasil. Ao longo de décadas, vem compilando uma impressionante coleção bibliográfica sobre o assunto — generosamente compartilhada em seu site e, ultimamente, na Biblioteca Digital Curt Nimuendajú. Renato foi também o principal responsável pelo sucesso do nosso projeto de digitalização e transcrição da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira (Baldus 1954, 1968; Hartmann 1984).

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Aspas

"O fato de que, em trezentos anos de convivência com centenas de tribos, menos de quarenta pessoas tenham merecido o registro de seus nomes e em geral por razões banais, ilustra bem a insignificância, para o branco, do índio enquanto ser humano. Em meados do século XVIII o próprio João Daniel, missionário e bom conhecedor da Amazônia, dizia que os índios “só pelas feições parecem gente, [mas] no viver e trabalhar se devem entender por feras”."

(Antonio Porro, Dicionário etno-histórico da Amazônia colonial, 2007)

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