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		<title>Resumos</title>
		<link>http://www.etnolinguistica.org</link>
		<description>Portal de informações sobre línguas indígenas sul-americanas.  Inclui teses, artigos, notícias jornalísticas, além de um cadastro de pesquisadores e um catálogo de línguas indígenas sul-americanas.

An online repository of information on indigenous South American languages</description>
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		<lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 20:48:04 +0000</lastBuildDate>
		
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				<title>Tapirapé e Karajá: as idas e vindas de um contato cultural</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:30</link>
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&lt;p&gt;Tapirapé e Karajá: as idas e vindas de um contato cultural&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/kawina&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/31/31682/a16.png&quot; alt=&quot;kawina&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=31682)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/31/31682/a16.png&quot; alt=&quot;kawina&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=31682,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/kawina&quot;  &gt;kawina&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 03:52:40 +0000</pubDate>
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						 <p>Tapirapé e Karajá: as idas e vindas de um contato cultural</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:9">Eduardo Rivail Ribeiro</a> &amp; <a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:90">Walkíria Neiva Praça</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>University of Chicago &amp; UnB</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Este trabalho discute empréstimos lingüísticos e culturais entre os Tapirapé (Tupí-Guaraní) e Karajá (Macro-Jê), povos indígenas do Rio Araguaia que vêm mantendo contato mais ou menos íntimo ao longo dos últimos séculos. As tradições orais de ambos os grupos registram que, além de contatos comerciais (e, não raramente, hostis) entre os Tapirapé e os Karajá propriamente ditos (habitantes do braço principal do Rio Araguaia), teria havido intensos contatos entre os Tapirapé e um subgrupo Karajá em particular, os Javaé, que habitavam tradicionalmente o interior da Ilha do Bananal. Contatos mais recentes — e ainda em curso — envolvem os Tapirapé e os Karajá da Barra do Tapirapé (dialeto Karajá do Norte), resultando em vários casamentos interétnicos e uma situação de bilingüismo doméstico.</p> <p>Além de servir para corroborar episódios registrados na história oral de ambos os grupos, o estudo dos empréstimos lingüísticos serve para ilustrar diferentes tipos (ou "camadas") de relações culturais, desde contatos comerciais superficiais a contatos culturais mais íntimos, resultantes da coabitação entre indivíduos de ambos os grupos. A continuidade do contato entre os Karajá do Norte e os Tapirapé, em particular, vem deixando uma marca profunda em vários aspectos da vida cotidiana, com conseqüências lingüísticas à primeira vista paradoxais — um grande influxo de empréstimos lexicais em Tapirapé, por um lado, e, por outro, alterações na sintaxe do Karajá falado por membros de famílias mistas —, mas que encontram explicação na interessante dinâmica do contato entre ambos os grupos.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>VI Encontro Macro-Jê</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Goiânia, em 13 de novembro de 2008</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/kawina" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/31/31682/a16.png" alt="kawina" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=31682)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/31/31682/a16.png" alt="kawina" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=31682,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/kawina" >kawina</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:29</guid>
				<title>Notas sobre a (morfo)fonologia Sanapaná (Silva-Gomes 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:29</link>
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&lt;p&gt;Notas sobre a (morfo)fonologia Sanapaná&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 01:02:58 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Notas sobre a (morfo)fonologia Sanapaná</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Antônio Almir Silva-Gomes</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG-IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Neste trabalho apresento informações relacionadas aos segmentos vocálicos e aos segmentos consonantais em Sanapaná, seguidas de algumas notas referentes à morfofonologia da mesma língua. Sanapaná é uma das seis línguas que constituem a família lingüística Maskoy, falada exclusivamente na região central do Chaco paraguaio. No caso especifico da língua Sanapaná, é utilizada por um pouco mais de 50% do povo homônimo, cujo número oficial do governo paraguaio é 2.271 (CENSO, 2002). No que confere aos segmentos vocálicos, apresento um quadro composto por 03 segmentos orais e por 03 segmentos nasais. No que confere aos consonantais, considero, inicialmente, um conjunto de 14 segmentos. Além das considerações relacionadas aos segmentos isoladamente, faço referência às estruturas silábicas possíveis na referida língua. Após esse breve panorama dos aspectos da fonologia Sanapaná, trato especificamente de fenômenos morfofonológicos, mais especificamente (i) da tendência<br /> de lenição da oclusiva velar sonora diante de nasal velar surda; (ii) da queda de vogais e de consoantes adjacentes em fronteira de palavras; (iii) da harmonização consonantal e vocálica e, finalmente, em (iv) argumento em favor de que na língua Sanapaná o espraiamento de nasalidade não é um processo muito produtivo.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:28</guid>
				<title>A nasalidade de vogais em Waurá e Mehináku (Mori 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:28</link>
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&lt;p&gt;A nasalidade de vogais em Waurá e Mehináku&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:28:41 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>A nasalidade de vogais em Waurá e Mehináku</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:13">Angel Corbera Mori</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Nesta comunicação tecemos uma breve comparação da nasalidade de vogais nas línguas waurá e mehináku (família Arawák), faladas por dois povos que habitam o Alto Xingu, no Parque Nacional do Xingu. Nessas línguas, as vogais recebem dois tipos de nasalidade, que, com base no trabalho inicial de Jackson e Richards (1966), chamaremos de a) 'nasalidade fraca' e b) 'nasalidade forte'. No primeiro caso, a nasalidade das vogais resulta da contaminação das consoantes nasais primárias, como em:</p> <table> <tr style="vertical-align:top"> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 10%;">(a)</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Waurá:</strong><br /> ʔãˈnãʔ<br /> nũtaˈiʔ<br /> mãˈkulaʔ</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Mehináku:</strong><br /> ˈãnã<br /> nũˈtai<br /> mãˈkula</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Glosa:</strong><br /> 'pilão'<br /> 'corda'<br /> 'panela de barro'</td> </tr> </table> <p>No segundo tipo, a nasalidade seria uma característica inerente das vogais, pois não se registram consoantes nasais para se assumir que elas sejam as engatilhadoras do processo de nasalidade, como em:</p> <table> <tr style="vertical-align:top"> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 10%;">(b)</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Waurá:</strong><br /> pi-kiˈʦĩ<br /> ˈũũtai<br /> ˈʧɛ̃hé̃</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Glosa:</strong><br /> 'teu teto'<br /> 'lagartija'<br /> 'faca'</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Mehináku:</strong><br /> ˈwãjũ<br /> ˈé̃ⁿtai<br /> iˈɾã</td> <td style="padding: 10px; border: none; background-color: white; width: 25%;"><strong>Glosa:</strong><br /> 'chocalho'<br /> 'arco'<br /> 'pau seco'</td> </tr> </table> <p>Em casos do tipo (a) a nasalidade é previsível, pois a vogais ocorrem contiguas as consoantes nasais. Já nos exemplos em (b), vê-se que a nasalidade independe da presença das consoantes nasais. Na base de dados como os citados, na presente comunicação pomos em questão o tratamento fonético e funcional da nasalidade das vogais em waurá e mehináku.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				</content:encoded>							</item>
					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:27</guid>
				<title>Descrição e análise dos adjetivos e advérbios da língua Pykobjê-Gavião (Silva 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:27</link>
				<description>

&lt;p&gt;Descrição e análise dos adjetivos e advérbios da língua Pykobjê-Gavião&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:19:23 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Descrição e análise dos adjetivos e advérbios da língua Pykobjê-Gavião</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:109">Talita Rodrigues da Silva</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG-USP</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>O trabalho que desejamos expor propõe-se a descrever e a analisar duas classes de palavras da língua objeto pykobjê-gavião (Tronco Macro-Jê, família Jê, língua do Complexo Timbira), que é falada por um povo habitante do sul do Maranhão, os Pykobjê ou Gavião do Maranhão (cerca de 540 falantes). As classes em voga são a dos adjetivos e a dos advérbios, que apresentam bastantes pontos em comum entre si, a começar pelo fato de ambas serem classificadas por Chomsky (1981) como [+Nome, +Verbo] e de haver teorias que as apontam como classes paralelas (cf. Portner, 2005) e, até mesmo, como complementares (cf. Radford, 1988) uma vez que a primeira modifica nomes [+N] e a segunda modifica categorias não nominais [-N]. Contudo, há muitos pontos que são peculiares de cada uma dessas classes e serão essas peculiaridades que nos dispomos a analisar na língua pykobjê-gavião. Na classe dos adjetivos, vamos observá-los nas situações sintáticas de adjunção nominal e de núcleo de construções de predicado “não verbal”. E na classe dos advérbios, buscamos rastrear advérbios de quatro tipos semânticos: qualificadores, intensificadores, de lugar e de tempo, além dos dois advérbios de negação em uso no pykobjê, o advérbio “ne:…no:re” e a partícula portemanteau (futuro e negação) opcional {wɨr}.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
				 	]]>
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					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:26</guid>
				<title>Os advérbios na língua Kaingáng: uma proposta de descrição (Amaral &amp; Gonçalves 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:26</link>
				<description>

&lt;p&gt;Os advérbios na língua Kaingáng: uma proposta de descrição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:13:21 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Os advérbios na língua Kaingáng: uma proposta de descrição</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Selvino Kòkàj Amaral; <a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:84">Solange Aparecida Gonçalves</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Professor Kaingang da T. I. de Guarita, RS; PG-IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Neste trabalho apresentamos uma breve discussão que se divide em duas etapas: na primeira, levanta ocorrências de advérbios no Kaingang buscando uma descrição da gramática de advérbios na língua e; na segunda, trata da ordem dos advérbios na sentença e do papel que desempenham. Para o Português, Ilari et al. (1990) chamam a atenção de que os critérios gramaticais tradicionais são muitas vezes questionáveis ao se delimitar a classe de advérbios que nem sempre se pode considerar homogênea, mas antes, se deve perceber um conjunto de expressões que, segundo os autores, 'funcionam de maneira sensivelmente semelhante'. Em nossa apresentação pretendemos, então, verificar a possibilidade de se estabelecer vínculos entre as proposições para classificação dos advérbios na língua portuguesa e uma discussão dos advérbios na língua Kaingang. Em outras palavras, pretende-se verificar se critérios adotados para a interpretação desta classe em Português são também passíveis de serem utilizados para o Kaingang. Essa língua indígena que pertence à família Jê, tronco Macro-Jê é falada no Brasil Meridional (de São Paulo ao Rio Grande do Sul) por uma população de cerca de 30 mil pessoas.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:25</guid>
				<title>Para onde foram os adjetivos em Tenetehára? (Camargos &amp; Duarte 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:25</link>
				<description>

&lt;p&gt;Para onde foram os adjetivos em Tenetehára?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:07:38 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Para onde foram os adjetivos em Tenetehára?</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Quesler Fagundes Camargos<br /> Fábio Bonfim Duarte</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>UFMG</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Este trabalho examina o estatuto dos adjetivos em Tenetehára [Tupi-Guarani, Tronco Tupi]. A hipótese que lançamos é a de que essa classe de palavras não se distingue formalmente da classe dos verbos. Esta análise se baseia no fato de que esses itens podem acionar o prefixo relacional de não-contiguidade {i- ∞ h-} para codificar o seu único argumento nuclear, mesmo quando ele figura adjacente ao núcleo deadjetival. Tomando por base este fato, outra hipótese que exploraremos neste artigo é a de que o prefixo relacional {i- ∞ h-}, quando ocorre nos verbos transitivos, intransitivos e deadjetivais, exerce duas funções gramaticais distintas, a saber: codifica o traço [-pessoa] do argumento e faz referência apenas a argumentos que recebem o papel-theta [-desencadeador]. Para dar conta do escopo de ocorrência destes prefixos em verbos que têm como base uma raiz adjetival, adotaremos a proposta de Hale &amp; Keyser (2002), segundo a qual esses verbos são formados a partir da fusão de uma raiz acategorial a um núcleo sintático. Tomando por base esses pressupostos teóricos, nossa proposta é a de que uma determinada raiz verbal pode sim advir de uma raiz adjetival. Neste caso, essa raiz, ao se juntar a um núcleo Vo ganha as propriedades de predicador. Por esta razão, esse predicador pode atribuir o papel-theta de [-desencadeador] ao seu argumento nuclear e assim tomará os prefixos {i- ∞ h-} para codificar o argumento que carrega o traço sintático [-pessoa]. Em suma, assumiremos, doravante, que esse argumento equivalerá ao sujeito dos verbos deadjetivais em Tenetehára.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:24</guid>
				<title>Aspectos fonológicos da língua Tapajúna-Goronã (Camargo 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:24</link>
				<description>

&lt;p&gt;Aspectos fonológicos da língua Tapajúna-Goronã&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 19:02:51 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Aspectos fonológicos da língua Tapajúna-Goronã</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:107">Nayara da Silva Camargo</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG-IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>A língua Tapajúna-Goronã faz parte do tronco lingüístico Macro-Jê, da família Jê, juntamente com as línguas: Suyá, Mebengôkre (mais conhecida como Kayapó), Timbira, Panará, Xokléng. Segundo os próprios tapajúna a língua é falada pelos tapajúna moradores da aldeia Metyktire (aldeia habitada pelos Mebengôkre) e da aldeia Ngosogo (aldeia habitada pelos índios Suyá). Estas duas aldeias estão localizadas ao Norte do Mato Grosso, sendo fronteiriças com o estado do Pará. O trabalho apresentado mostra alguns aspectos fonológicos da língua Tapajúna-Goronã com a intenção de obter uma descrição preliminar da mesma, já que esta ainda não conta com tal descrição. Até o momento temos alguns resultados da pesquisa a serem apresentados, de acordo com uma análise estruturalista dos dados encontramos 12 fonemas consonantais; 10 vogais orais e 7 vogais nasais. Trata-se de uma língua onde o acento é previsto na penúltima ou na última sílaba. Seu padrão silábico resume-se em CCVC. A descrição fonológica da língua até o momento conta com resultados preliminares, sendo assim esperamos sugestões dos presentes.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:23</guid>
				<title>Projeto &quot;Estudos sobre o Léxico Avá-Canoeiro&quot;: primeiros resultados (Borges 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:23</link>
				<description>

&lt;p&gt;Projeto &quot;Estudos sobre o Léxico da Língua Avá-Canoeiro (Tupi-Guarani): uma proposta de dicionário&quot; — primeiros resultados&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:53:45 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Projeto "Estudos sobre o Léxico da Língua Avá-Canoeiro (Tupi-Guarani): uma proposta de dicionário" — primeiros resultados</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:65">Mônica Veloso Borges</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>UFG/FL</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Esta pesquisa sobre o léxico do Avá-Canoeiro (Tupi-Guarani), falado por vinte e duas pessoas nos Estados de Goiás e Tocantins, é de extrema urgência para a documentação dessa língua, buscando contribuir para a preservação lingüístico-cultural desse povo, de modo especial no que concerne ao seu conhecimento tradicional sobre fauna, flora e aspectos culturais, como artesanato e músicas de que ainda se recordem. Os objetivos são: a) Documentar o léxico do Avá-Canoeiro, especialmente no que diz respeito à fauna e à flora da região, mas também aspectos culturais e lingüísticos; b) Publicar ao final da pesquisa um dicionário enciclopédico bilíngüe em Avá-Canoeiro/Português, contendo o conhecimento adquirido, visando a uma maior documentação da língua e possíveis projetos de revitalização lingüístico-cultural; c) Compor um banco de dados lexicais do Avá-Canoeiro, para subsidiar estudos comparativos, especialmente do Subgrupo IV a que pertence essa língua; d) Contribuir na motivação dos Avá-Canoeiro para maior uso e manutenção da língua Avá-Canoeiro. O dicionário a ser produzido será enciclopédico, contendo ilustrações feitas pelos próprios indígenas, tais como diferentes aspectos da cultura Avá-Canoeiro e da flora e da fauna da região. Esse dicionário, que poderá ser usado tanto pelos Avá-Canoeiro quanto por estudiosos de línguas indígenas, especialmente Tupi-Guarani, e pelo público em geral, deverá apresentar inicialmente uma descrição básica da língua, contendo aspectos fonológicos e morfossintáticos, além de aspectos sociolingüísticos, culturais e históricos sobre os Avá-Canoeiro. Nesta comunicação apresentarei os primeiros resultados deste projeto.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
				 	]]>
				</content:encoded>							</item>
					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:22</guid>
				<title>Uma análise descritiva funcional de sentenças na língua Kaingáng Paulista (Silva 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:22</link>
				<description>

&lt;p&gt;Uma análise descritiva funcional de sentenças na língua Kaingáng Paulista&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:49:04 +0000</pubDate>
												<content:encoded>
					<![CDATA[
						 <p>Uma análise descritiva funcional de sentenças na língua Kaingáng Paulista</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:93">Maria Sueli Ribeiro da Silva</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG–UNESP/S. J. Rio Preto</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Este estudo apresenta uma análise descritiva quanto à estrutura sintática de sentenças da língua kaingang paulista da aldeia Icatu. Apesar de haver outras pesquisas voltadas à parte lexical, fonológica e, também, da sintaxe dessa língua indígena, foi notado, em contato com os professores kaingang, que ainda há dificuldade para se ensinar essa língua às crianças da Escola Indígena de Icatu, devido a divergências de escrita e de uso presentes com outras comunidades kaingang. Por considerar a língua como um instrumento de interação social, com propósitos comunicativos e expressões linguísticas construídas em circunstâncias efetivas de interação verbal, a Gramática Discursivo-Funcional (GDF), de Hengeveld e Mackenzie (2008), foi escolhida para fundamentar esse estudo. Ela introduz quatro níveis de análise independentes e organizados hierarquicamente. Nesse trabalho, foram tratados apenas o nível representacional, que se refere às unidades semânticas, e o nível morfossintático que diz respeito à estrutura de orações, frases e palavras, referindo-se à constituição da estrutura da sentença assim como a ordenação interna dos elementos dentro das palavras. Por meio da análise das glosas de sentenças do kaingang de Icatu, foram verificadas a ordem predominante dessas sentenças e a estrutura dos sintagmas dessa língua nativa, presentes nesse contexto comunicativo.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
				 	]]>
				</content:encoded>							</item>
					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:21</guid>
				<title>Aspectos da estrutura de uma narrativa Kamaiurá (Seki 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:21</link>
				<description>

&lt;p&gt;Aspectos da estrutura de uma narrativa Kamaiurá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:45:30 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Aspectos da estrutura de uma narrativa Kamaiurá</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Lucy Seki</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>IEL/UNICAMP/CNPq</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Nesta apresentação trazemos alguns resultados de pesquisa em andamento voltada para a investigação de aspectos discursivos da língua kamaiurá (Tupi-Guarani). Como em outras línguas, há em Kamaiurá diferentes tipos de gêneros e estilos verbais, os quais se distinguem por traços de diversos níveis: fonológico, morfossintático, semântico, lexical e por apresentarem organizações particulares. É nosso objetivo fazer algumas explorações sobre uma narrativa mítica, focalizando o modo em que a mesma é organizada em termos de macroestrutura e dos traços característicos, tanto lingüísticos como paralinguísticos, usados em sua estruturação, situando o texto narrativo em relação a outros tipos de textos.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
				 	]]>
				</content:encoded>							</item>
					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:20</guid>
				<title>Os segmentos consonantais nasais em Krenak: características fonéticas (Pessoa 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:20</link>
				<description>

&lt;p&gt;Os segmentos consonantais nasais em Krenak: características fonéticas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:43:09 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Os segmentos consonantais nasais em Krenak: características fonéticas</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Kátia N. Pessoa</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG-IEL/ UNICAMP</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>A língua Krenak é uma língua que contém um sistema nasal bastante rico, característica típica de línguas do tronco Macro-Jê. Nesta língua, portanto, é possível encontramos, além de nasais plenas nos quatro pontos de articulação – bilabial, alveolar, palatal e velar –, segmentos nasalizados que tem sido chamados tradicionalmente de ‘pré-nasalizadas’ e ‘pós-nasalizadas’, o que pode receber outras denominações, sobre as quais pretendemos refletir neste estudo. Por fim, e com um certo destaque, faz-se necessário mencionar ainda a ocorrência, em Krenak, das ‘nasais surdas’, como tem sido identificadas. Neste estudo buscaremos apresentar um perfil descritivo fonético de alguns desses segmentos nasais, a fim de traçar uma série de aspectos que caracterizam tais segmentos e refletir sobre a pertinência ou não de denominá-las como tal para o caso do Krenak. As reflexões são feitas a partir da perspectiva da fonética articulatória, pautadas na representação da co-articulação dos gestos, e tem com base teórica fundamentalmente estudos de Laver (1994) e Ladefoged e Maddieson (1995), sobre estes mesmos fenômenos encontrados em outras línguas do mundo.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:19</guid>
				<title>Alguns aspectos da gramática da língua Kinikinau (Souza 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:19</link>
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&lt;p&gt;Alguns aspectos descritivos da gramática da língua Kinikinau (Aruák)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:39:26 +0000</pubDate>
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						 <p>Alguns aspectos descritivos da gramática da língua Kinikinau (Aruák)</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a class="newpage" href="http://www.etnolinguistica.org/linguist:61">Ilda de Souza</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Neste trabalho, apresento alguns aspectos da gramática da língua kinikinau, mais especificamente das unidades mínimas significativas que compõem as categorias nome e verbo, mostrando os processos morfológicos operantes. Os verbos recebem morfemas concatenativos e não-concatenativos na marcação de pessoa e número, bem como os nomes, na constituição do caso genitivo. No âmbito das tipologias, o Kinikinau se classifica como uma língua aglutinante, um fator que corrobora sua classificação como língua da família Aruák. Como ocorre com a maioria das línguas aglutinantes, na língua kinikinau o verbo é muito mais aglutinante que o nome. Verbos e nomes podem ser facilmente separáveis, pois a derivação de nomes em verbos, e vice-versa, requer a presença de morfemas visíveis. Os índios Kinikinau são subgrupo Guaná (Chané), como os Terena, com quem se assemelham cultural e lingüisticamente. Durante quase todo o século XX foram confundidos com eles e julgados extintos. Porém, a partir da década de 90, resolveram romper a invisibilidade e exigir da Funai o direito à identidade Kinikinau. Devido ao longo tempo de contato com não índios, a língua Kinikinau foi perdendo seu lugar de língua materna, e hoje se encontra em estágio obsolescente, em acelerado processo de extinção. Apenas 11 indígenas Kinikinau a falam.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:18</guid>
				<title>Coroado da Aldeia da Pedra: análise fonológica sincrônica de um vocabulário Macro-Jê do século XIX (D&#039;Angelis 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:18</link>
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&lt;p&gt;Coroado da Aldeia da Pedra: análise fonológica sincrônica de um vocabulário Macro-Jê do século XIX&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:36:19 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Coroado da Aldeia da Pedra: análise fonológica sincrônica de um vocabulário Macro-Jê do século XIX</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a href="http://www.etnolinguistica.org/perfil:29">Wilmar da Rocha D'Angelis</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>CELCAM, IEL</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>O que podemos aprender sobre a fonologia de uma língua Macro-Jê extinta, por uma análise fonológica sincrônica (não-fonêmica!), sobre um vocabulário de cerca de 800 palavras? O exercício feito nessa comunicação pretende sustentar a importância crucial de se olhar para os vocabulários das línguas extintas como matéria prima de interpretação de seus sistemas fonológicos, para que, como tais, sejam cotejados com outros sistemas fonológicos contemporâneos e posteriores. Toma-se, para o exercício, o vocabulário Coroado da Aldeia da Pedra, com cerca de 800 itens, publicado por C.F.P. von Martius e inserido em seu “Glossaria linguarum Brasiliensium” (1863).</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:17</guid>
				<title>Morfemas descritivos de tempos verbais em Huariapano-Pano (Gomes 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:17</link>
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&lt;p&gt;Morfemas descritivos de tempos verbais em Huariapano-Pano&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:30:11 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Morfemas descritivos de tempos verbais em Huariapano-Pano</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Graziela de Jesus Gomes</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG–IEL/UNICAMP</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Segundo a teoria gramatical tradicional, a classe dos verbos, em termos nocionais, é definida como aquela que abarca palavras que denotam ações, processos, estados ou mudança de estado do sujeito. Em termos estritamente gramaticais, o verbo é definido como a classe de palavras que inclui categorias como gênero, (contudo, há estudiosos que defendem que essa categoria não se aplica aos verbos; sobre casos como o particípio da língua portuguesa, diz-se que a categoria gênero é aplicada somente por se tratar de uma forma nominal) pessoa, número, modo, tempo, aspecto, voz, entre outras. É neste contexto que a presente proposta de comunicação se insere e consiste, basicamente, na aplicação de uma metodologia de análise descritiva, no que diz respeito à formação das categorias de tempo verbais em Huariapano. Para tanto, o foco de nossa análise se refere aos morfemas verbais inerentes ao tempo passado, presente e futuro na língua em questão. A partir dessa exposição, poderemos também, dentro do possível, alcançar um outro objetivo da comunicação que é mostrar em quais aspectos a língua Huariapano se assemelha com a língua Shipibo-Conibo, já que na literatura consta um parentesco genético muito próximo entre ambos os idiomas. Para tanto, o material lingüístico e os exemplos usados para a realização da pesquisa, juntamente com os textos literários, para a língua Huariapano, são de Manuel Navarro (1903) e de Stephen Parker (1992). Os dados da língua Shipibo são extraídos a partir de Valenzuela (2003).</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:16</guid>
				<title>A escrita do povo indígena Shanenawa Pano (Cândido 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:16</link>
				<description>

&lt;p&gt;A escrita do povo indígena Shanenawa Pano&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:19:48 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>A escrita do povo indígena Shanenawa Pano</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a class="newpage" href="http://www.etnolinguistica.org/linguist:46">Gláucia Vieira Cândido</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>UEG/GICLI</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Nesta comunicação, apresentarei algumas reflexões sobre a experiência de consultoria linguística que venho prestando às comunidades Shanenawa-Pano por ocasião da implantação do sistema de grafia e de elaboração de material didático para a educação indígena. Assim, relatarei cronologicamente a situação da língua em termos de oralidade versus escrita, com ênfase sobre a dificuldade dos professores indígenas de implantarem por iniciativa própria o ensino da língua materna nas aldeias. A seguir, discutirei as convenções linguísticas dos Shanenawa, fazendo menção ao histórico autoritarismo em eventos de implantação das convenções ortográficas de muitos povos indígenas brasileiros. Na sequência, apresentarei o alfabeto ortográfico preliminar eleito pela comunidade, discutindo a relação entre cada som e letra e a tábua de regras para a escrita formulada pelos professores. Para concluir, abordarei a elaboração de material didático visando os primeiros testes para a escrita na língua indígena. Os resultados alcançados até então refletem a ideia de que a participação efetiva dos índios nas decisões sobre a escrita possibilita que a ortografia escolhida tenha um uso real na comunidade. Além da validade pedagógica, a escrita tem também validade política, social, étnica e até estética.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				</content:encoded>							</item>
					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:15</guid>
				<title>Aspectos morfossintáticos da língua Arara (Pano) (Souza 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:15</link>
				<description>

&lt;p&gt;Aspectos morfossintáticos da língua Arara (Pano)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:15:19 +0000</pubDate>
												<content:encoded>
					<![CDATA[
						 <p>Aspectos morfossintáticos da língua Arara (Pano)</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Emerson Carvalho de Souza</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG/IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>O grupo Jamináwa-Arara está localizado no rio Bagé, na região do alto Juruá, estado do Acre. Na comunidade, encontram-se aproximadamente 180 habitantes, vivendo em três aldeias: São Sebastião, Siqueira e Buritizal. Atualmente, muitos nativos migram para as cidades, deixando de lado os seus costumes tradicionais, entre eles o uso da língua de seus antepassados. Vale a pena mencionar que a língua investigada neste local é a Arara pertencente à família lingüística Pano. A propósito, da língua, poucos falam o idioma e mesmo com o domínio do Português na aldeia, há um esforço dos índios para documentar a língua, pois ela se encontra em processo acelerado de extinção. Neste sentido, empenhamos em descrever aspectos da gramática Arara e ora apresentamos alguns processos morfossintáticos da língua, tais como as construções interrogativas, coordenadas, subordinadas e construções de complemento; além destes tópicos ainda enfatizaremos a realização e apagamento de argumentos do verbo em orações coordenadas. Para elaboração de nossos estudos, buscamos suporte em Greenberg (1966), Givón (1984, 1990), Cunha (1993) e Cândido (2004).</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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					<item>
				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:14</guid>
				<title>Formas de tratamento e construção das relações temporais em relatos míticos Tikuna (Gómez-Pulgarin 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:14</link>
				<description>

&lt;p&gt;Formas de tratamento e construção das relações temporais em relatos míticos Tikuna&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:17:16 +0000</pubDate>
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						 <p>Formas de tratamento e construção das relações temporais em relatos míticos Tikuna</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Eduardo Gómez-Pulgarin</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>UNAL, Colômbia</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Os mitos do povo tikuna ganham vida nas palavras dos idosos e narradores de histórias, com seu jeito particular de se aproximar do público e de organizar as informações do relato, incluindo experiências pessoais, alusões a passagens míticas e reflexões sobre o aqui e o agora. Nossa análise se centra em duas narrações em língua tikuna (isolada) compiladas em momentos e em zonas diferentes da Amazônia: Santa Rosa de Loreto (Peru-1989) y Arara (Colômbia-2008) e focaliza recursos lingüísticos que marcam a interação entre o narrador e o público e as relações passado-presente. Sendo assim, levamos em consideração especialmente as formas de tratamento e os paradigmas morfológicos indicativos das relações temporais. A descrição destes elementos nos permite divisar algumas das estratégias usadas pelo narrador para diferenciar passagens míticas de eventos do presente, assim como para construir sua autoridade frente ao próprio discurso.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:13</guid>
				<title>Apontamentos sobre as listas de palavras de Santana do Paranaíba (Vasconcelos 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:13</link>
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&lt;p&gt;Apontamentos sobre as listas de palavras de Santana do Paranaíba&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:12:46 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Apontamentos sobre as listas de palavras de Santana do Paranaíba</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Eduardo Alves Vasconcelos</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG/IEL, Bolsista FAPESP - Processo nº 2008/10995-1</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Sobre a língua que foi falada pelos Cayapó do Sul há somente listas de palavras coletadas por viajantes – Pohl e Saint-Hilaire em São José das Mossâmedes – ou por moradores de vilas próximas as suas aldeias – Lemos da Silva, Kupfer (em Santana do Paranaíba) e Nehring (Piracicaba). Há ainda uma lista do triângulo mineiro coletada pelo agrimensor Alexandre Barbosa. Este estudo tratará das listas de palavras coletadas em Santana do Paranaíba, atual município de Paranaíba-MS, por Lemos da Silva e Kupfer. O primeiro esteve na aldeia Cayapó para subsidiar seu relatório sobre a história da vila, o segundo foi um farmacêutico alemão que se fixou nesta região. Assim, serão levantadas hipóteses sobre como era pronunciada essa língua a partir da ortografia utilizada no registro – Lemos da Silva registrou a língua em ortografia portuguesa e Kupfer em ortografia alemã – e também hipóteses sobre como se organizava o seu sistema fonológico. As listas apesar de serem de aldeias diferentes foram coletadas em datas próximas e na mesma região – margens esquerdas do rio Paranaíba.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:12</guid>
				<title>Considerações iniciais sobre o estudo lexicográfico da língua Terena (Silva 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:12</link>
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&lt;p&gt;Considerações iniciais sobre o estudo lexicográfico da língua Terena&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:09:29 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Considerações iniciais sobre o estudo lexicográfico da língua Terena</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Denise Silva</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>PG/UNESP/FCLAr, CAPES</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Este trabalho é um recorte do projeto de pesquisa “Estudo lexicográfico da língua Terena: proposta de um dicionário bilíngüe terena-português”. Tal proposta apresenta relevância para a comunidade terena, uma vez que colabora com a documentação e revitalização de sua língua. Embora a língua Terena tenha alguns estudos esparsos, carece de uma melhor descrição, documentação e análise. Afinal, como têm demonstrado vários pesquisadores, o conhecimento das línguas indígenas permite entrar em contato com fenômenos distintos, muitas vezes só existentes em tais línguas, o que colabora para melhor compreender a linguagem humana, e também para avaliar propostas teóricas nesse sentido, que se queiram abrangentes. O projeto tem como objetivo estudar o léxico da língua Terena, defini-lo e organizá-lo em forma de dicionário bilíngüe: Terena-português. Para tanto elegemos como suporte teórico Dapena (2002), Borba (2003), Landau (1989), Haensch et al (1982), Welker (2004) e Carvalho (2001). Neste trabalho apresentaremos a análise do dicionário existente, as justificativas para a elaboração de uma nova proposta, a metodologia que será utilizada na coleta e análise dos dados e a base teórica. O projeto encontra-se em fase inicial, com uma discussão interessante a ser compartilhada.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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				<guid>http://www.etnolinguistica.org/resumo:11</guid>
				<title>Demografia Juruna: questões de identidade e vitalidade lingüística (Fargetti 2009)</title>
				<link>http://www.etnolinguistica.org/resumo:11</link>
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&lt;p&gt;Demografia Juruna: questões de identidade e vitalidade lingüística&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;by &lt;span class=&quot;printuser avatarhover&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;&lt;!--[if gte IE 7]&gt;&lt;!--&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)&quot; /&gt;&lt;!--&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if lt IE 7]&gt;&lt;img class=&quot;small&quot; src=&quot;http://www.wikidot.com/common&amp;#45;&amp;#45;images/avatars/334/334271/a16.png&quot; alt=&quot;etnolinguistica&quot; style=&quot;filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod=&#039;scale&#039;)&quot;/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica&quot;  &gt;etnolinguistica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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				<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:04:30 +0000</pubDate>
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					<![CDATA[
						 <p>Demografia Juruna: questões de identidade e vitalidade lingüística</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p><a class="newpage" href="http://www.etnolinguistica.org/linguist:24">Cristina Martins Fargetti</a></p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>UNESP/FCLAr</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Serão apresentadas questões lingüísticas observadas quando da realização do censo demográfico do povo juruna, em julho de 2008. Tal povo vive no Parque Indígena Xingu, Mato Grosso, Parque Indígena Xingu, MT, em sete aldeias, próximas à BR-80, na região do Baixo Xingu (Tubatuba, Matxiri, Pequizal, Paqsamba, Pakayá, Pakajá, Mupadá) e em dois postos indígenas na mesma região (Posto Diauarum e Posto Piaraçu). A população juruna era estimada em 241 pessoas em 2001, mas hoje, após o último censo, observa-se aumento significativo, devido a inúmeros nascimentos e baixa taxa de mortalidade. Utilizamos o termo “juruna” para denominar tanto o povo quanto a língua (família juruna, tronco tupi) por ele falada, mesmo sabendo que existe uma autodenominação: yudjá. As informações que apresentaremos são relativas às pessoas consideradas pertencentes à etnia juruna, habitantes do Parque Indígena Xingu. Não foram computados os dados, obviamente, dos juruna que habitam o Pará. Os critérios para identificação de quem é considerado membro da etnia foram dados pelos próprios juruna, e serão discutidos. O censo demográfico seguiu a metodologia da abordagem por casa e traz questões sobre a situação lingüística futura do povo, as quais serão abordadas. Segundo dados de Adalbert da Prússia, a população juruna, no século XIX, era estimada em 2000 pessoas. Sofreu decréscimo evidente, devido a conflitos e a relações hostis com outros povos, a conflitos com seringueiros, a contágio de doenças, entre outros motivos. Assim, no final da década de 1960, era estimada em quase 50 pessoas, de característica jovem, devido à morte dos mais velhos, nos conflitos referidos (cf. Oliveira, 1970). No início da década de 1990, a população havia crescido para 120 pessoas, aproximadamente. Em nosso censo, de 2001, foi verificada uma população em torno de 240 pessoas (cf. Fargetti, 2007). Comparando-se os dados de 2001 com os atuais, observa-se um crescimento vegetativo positivo da população, pois, ainda que não haja dados oficiais sobre o total de óbitos no período, observa-se uma taxa de fecundidade, em geral, bem superior a dois filhos por mãe. Contudo, observa-se significativo desequilíbrio entre o número de homens e mulheres jovens (até 12 anos), cujas possíveis implicações sociolingüísticas serão discutidas.</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>Workshop da Área de Línguas Indígenas da PG do IEL/Unicamp</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>12 e 13 de novembro de 2009</p> <div class="content-separator" style="display: none:"></div> <p>by <span class="printuser avatarhover"><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" ><!--[if gte IE 7]><!--><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common--images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="background-image:url(http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271)" /><!--<![endif]--><!--[if lt IE 7]><img class="small" src="http://www.wikidot.com/common&#45;&#45;images/avatars/334/334271/a16.png" alt="etnolinguistica" style="filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.AlphaImageLoader(src=http://www.wikidot.com/userkarma.php?u=334271,sizingMethod='scale')"/><![endif]--></a><a href="http://www.wikidot.com/user:info/etnolinguistica" >etnolinguistica</a></span></p> 
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