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207. Angaba ou muru angaba, com v. afirmativo, é expressão de louvor, afeto, carinho, compaixão, nem sempre traduzível: o-manó angaba “morreu, coitado”; a-só angab' ikó ou xe angab' ikó a-só “estou indo, querido”; o-só ipó, a-é angá'-n' iã ixé “foi-se, de certo, pensei eu inocentemente”; pe angaturam, e-í xe r-uba muru angaba “sêde bons — disse o bom do meu pai”. — Com imperat. e permiss., corresponde a um pedido: e-ker angab “dorme, — peço-te”; ta pe-só angab “ide, por favor”. — Com v. negat., equivale a “absolutamente”: nd' a-î-potar angab-i ou angá-î “absolutamente não o quero”. Idem com aan-i e com katu-'té-nhé: nd' a-î-potar-i katu-'té-nhé ou nd' a-î-potar-angá-î katu-'té-nhé. Aan angá'-î “absolutamente não”.

208. Para aconselhar, etc. (n. 194), serve também o imperat., seguido de : “olha que…”: e-ra-só ké rá (h.) raré (m.): “olha que o leves”; e-ra-só r-aú ké rá (h.): “olha que o leves, vamos ver”; e-ra-só ('té) ké nhandu: “olha já que o leves”; e-ra-só ('té) ké nhandu ruã: “olha que não o leves”; e-ra-só 'té ké hẽ: “olá, olha que o leves”; e-ra-só 'té ké nhandu ruã hẽ!: olá, olha já que não o leves…!''

209. E-puam, piá-ĩ, e-r-ekó kó inimbó nde pó apyter-pe. T'ere-î-meeng rõ ixé-be, t' a-r-ekó-ne. E-nhã-bé! nde-bo-é a-î-meeng-ne. O-kanhem xe ygapema. I-x-ekar rõ. Neĩ t'îá. “E-y-e-ra-só, e-î-meeng maraá-bora supé-ne” — a-é muru angaba i xupé. Abá supé-pe? “Maraá-bora supé” — a-é. Pe-îor-í, pe-gûapyk iké. Peneĩ, t'îa-só xe irũ-mo. Neĩ, t' îá. E-îor angaba! Ixé a-só-ne. Nde irũ r-esé-be umé e-kûãî! Mbaé r-esé-pe? Xe irũ aé r-esé-bé t' a-só-ne. E-îor, e-ra-só kó gûyrá pepó piranga paîé supé t' o-s-epîak-te. Kuriteĩ! E-nhã-bé ranhé. E-kûá! E-ra-só umé ké raré! (m.). E-nheeng mbegûé. Pe-kyrirĩ! Mará-é-tenhéa umé nd' ere-î-mo-mbeú-î xó-é ixé-bo-ne… E-î-asoî-ab-ok nde karamẽûã t' a-s-epîak ne mbaé (LERY). E-î-mo-in uuba xe potiá supé. T' îa-só xe irũ-namo Nhoesembé-pe nhó-te (VLB 117).

210.

roupa: aoba gritar: asem (t) (xe)
osso: kanga dizer o nome de: enõî (s), tr.
osso (fora do corpo): kang-ûera eia, outra vez!: neĩ bé!
grande e grosso: t-urusu (n. 99) basta: aûîé!
grosso e chato: anama basta assim: nã nhó (ranhé)
vigiar (espiando): mainan [esé] toma, tomai:
olhar: maẽ [esé] logo mais: koromó
mostrar: kuá-meeng outras cousas: amó
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