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RIVET, Paul
  • La langue mašubi. Journal de la Société de Americanistes, N. S., XLII, Paris 1953, pp. 119-125. Bibliografia.

O autor, depois de apresentar pequena lista de palavras desta língua colhidas em 1914 por P. H. Fawcett (cf. B. C. 2135), mostra a semelhança de algumas delas com vocábulos txibtxa. Menciona que as comparações com as outras línguas sul-americanas têm sido infrutíferas. Já em 1924, o autor, servindo-se do material reunido por êsse viajante inglês, estabeleceu a família lingüística isolada maxubí, classificação confirmada pelo mesmo Rivet e por Loukotka, na segunda edição de Les Langues du Monde, Paris 1952, p. 1133. Ainda em 1950, J. Alden Mason, no Handbook of South American Indians, VI, p. 276, tinha observado a respeito daquela lista: "…it seems never to have been published. The 'family' is, therefore, of doubtful validity; Nimuendajú does not list it or place it on his map. An independent family should not be posited on such slim evidence." Franz Caspar, comparando a lista de Fawcett com um vocabulário inédito que Snethlage organizou entre os Arikapu, apresentou ao XXXI Congresso Internacional de Americanistas reunido em São Paulo, no ano de 1954, trabalho no qual conclui que êstes índios e os Maxubí "representam com tôda probabilidade, a mesma tribo". (cf. B. C. 2013).

(p. 584)

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