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KRICKEBERG, Walter
  • Amerika. Die Grosse Völkerkunde, herausgegeben von Dr. Hugo A. Bernatzik, III, Leipzig 1939, pp.18-258, 74 figuras no texto, 3 mapas e 2 pranchas coloridas fora do texto, bibliografia: pp.284-292, índices alfabéticos de matérias e nomes de tribo (para os 3 volumes): pp.293-368; in-8.º grande. - Versão espanhola: Etnologia de América, México 1946, 498 pp. in-8.º, 55 figuras no texto, 131 figuras em pranchas e 3 mapas fora do texto, índice alfabético de nomes e matérias.

Referem-se as páginas 18-30 aos americanos em geral, as páginas 95-127 aos captores da América do Sul e as páginas 127 e segs. aos lavradores dêste continente, tratando do "grupo do Chaco" as páginas 108-117, do "grupo brasileiro oriental" as páginas 117-127, e do "grupo amazônico" as páginas 127-147.

A presente obra não é edição refundida do trabalho homônimo do mesmo autor, inserto no compêndio editado por Buschan, mas um estudo completamente novo. Tanto a disposição dos assuntos como o seu tratamento diferem radicalmente da publicação de 1922. É impressionante, aliás, quanto o aproveitamento de literatura aparecida desde então até 1939 contribuiu para a mudança de aspecto. Apesar disso ficaram, ainda, alguns senões, pois nem tôdas as publicações saídas naquele espaço de tempo foram devidamente consideradas.

O mapa etnográfico da América do Sul inserto na obra de 1939 é inferior ao publicado em 1922, enumerando apenas 152 tribos, inclusive as lingüisticamente isoladas, ao passo que o da edição de Buschan apresenta 176 fora as isoladas. Na enumeração nova de tribos falta, por exemplo, a tribo tupi dos Tapirapé, figurando várias tribos errôneamente como pertencentes à família Gê. O valor desta lista é diminuído, além disso, por erros tipográficos. As figuras nos capítulos referentes ao Brasil, da obra de 1939, não são as mesmas da obra de 1922 e não há entre elas, como entre as do trabalho mais antigo, reproduções de fotografias e desenhos que representem exclusivamente objetos da cultura material. É também por isso que aquela publicação não substitui esta, pelo menos para os estudiosos de ergologia.

A edição mexicana é a tradução do texto da obra de 1939, mas contém, em lugar das ilustrações desta, as da obra de 1922. Não reproduz bibliografia alguma e apresenta muitos nomes deturpados por erros tipográficos.

(p. 364)

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